No próximo final de semana, Ceará e Fortaleza vão entrar em campo para mais um Clássico-Rei de sua história centenária. No entanto, pela sexta vez consecutiva, o duelo não terá a presença de público ainda em decorrência da pandemia causada pela covid-19 em todo o planeta. A falta do torcedor no estádio vai muito além do apoio emocional, por conta da renda de bilheteria.
Um dos protocolos desde o retorno é o acontecimento das partidas de futebol de portões fechados. As competições foram autorizadas, mas com estádios vazios. O Ceará é um dos clubes do Brasileirão que mais sofre com a condição de não ter o torcedor na praça esportiva. Segundo a plataforma “Bons Investimentos”, o vovô deixa de receber uma quantia de R$ 432 mil por jogo como mandante.
Alguns clubes sofrem mais com essa falta do público nos estádios. Como, por exemplo, o Flamengo, Fluminense. Cada jogo no Maracanã vazio custa certa de 200 mil a taxa e despesas que são pago ao Governo do Estado. No entanto, esses clubes tem patrocínios altos que sustentam o momento complicado.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sinalizou que estuda um prazo para a liberação das torcidas no estádios do país, mas que são necessários muitas avaliações para que o processo seja iniciado sem riscos para saúde. Enquanto isso, os confrontos segue sem presença dos torcedores.
O Ceará volta a campo contra o Fortaleza na Arena Castelão, no próximo domingo, 20, às 20h30. Com 25 rodadas completas, o vovô chegou aos 32 pontos conquistados no Brasileirão. A reapresentação do elenco aconteceu na tarde da última segunda-feira, 14, no CT de Porangabuçu. Até o dia do confronto, o Alvinegro terá seis dias para se preparar.
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