Uma polêmica em volta da contratação de Messias pelo Ceará surgiu na última semana. Após anunciar a compra do defensor do América Mineiro, o vovô superou a concorrência do Bahia que também deseja contar com o jogador em seu plantel para as competições que disputará em 2021.
Com 26 anos, ele chega com contrato em definitivo até o fim de 2023. Na engenharia financeira para trazer o defensor, o Vozão comprou 50% diretamente com o América/MG por R$ 2 milhões e adquiriu mais 15% com empresários, ficando com 65% do passe do jogador. América/MG ficou com 35% da composição.
Com as críticas, o presidente do Tricolor Baiano, Guilherme Bellintani, foi ao Twitter para explicar o motivo do Bahia não ter seguido a frente no negócio. “Não posso fazer um negócio que não acho bom para o clube apenas para “ganhar” do Ceará. Cada clube tem seu critério para decidir um investimento. Se fosse 2 milhões seria um bom negócio. Mas, não foi esse valor”, explicou o dirigente.
Com a contratação de Messias por R$ 2 milhões, o Ceará se tornou o time nordestino com mais contratações milionárias na história. Messias foi a 11ª compra milionária do alvinegro, que agora ultrapassou o Bahia. O Alvinegro reservou R$ 12 milhões na compra de ativos e formação do elenco principal. Da projeção orçamentária para 2021, o Vovô já gastou cerca de R$ 6 mi.
Se fosse 2 milhões seria um bom negócio. Mas não foi esse o valor. Se compassemos Messias teria sido a maior compra da história do Bahia. Eu deveria fazer isso para “ganhar” do Ceará? https://t.co/FPLdJwJR5x
— Guilherme Bellintani (@gcbellintani) March 25, 2021
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