O investimento é alto no trabalho de lapidação de jogadores na categoria de base do Ceará. Até ser considerada a melhor base do Nordeste, o Ceará escalonou sua receita na formação de atletas em montante que evolui a cada temporada.
Com base nos últimos três anos, o índice é de 353% a mais entre 2017 e 2019. De acordo com os dados divulgados pelo jornal Diário do Nordeste, que trouxe os detalhes em uma publicação feita nesta quinta-feira.
Os números estão expostos no balanço financeiro do clube, que foi divulgado na quarta-feira. No último ano, o total foi de R$ 4,26 milhões e foram destinados à viagens, treinamentos e também alimentação.
A evolução tem relação direta com o crescimento de receita e a maior profissionalização dos departamentos internos, mas recai também como uma atenção maior da atual diretoria. Em 2017, por exemplo, o valor foi de 939 mil.
No entanto, o próprio mandatário alvinegro falou sobre o assunto: “Há dois anos intensificamos mais a base, lapidamos melhor, começamos a garimpar os atletas, melhorar o modelo de treinamento e tudo mudou. A nossa boa safra ainda não chegou, vai chegar do sub-17. Esses receberam todo o processo, talvez consigamos ativos ainda maiores”, explica Robinson de Castro, presidente do clube.
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